domingo, 01/11/2026

Imagem de mulher rasgando bandeira de Nossa Senhora Aparecida é manipulada por inteligência artificial, desmentido ato de apoio a Flávio Bolsonaro.

Uma imagem que circula amplamente nas redes sociais tem gerado controvérsia ao mostrar uma mulher supostamente rasgando uma bandeira de Nossa Senhora Aparecida em um ato de apoio a Flávio Bolsonaro, realizado em Belo…

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Uma imagem que circula amplamente nas redes sociais tem gerado controvérsia ao mostrar uma mulher supostamente rasgando uma bandeira de Nossa Senhora Aparecida em um ato de apoio a Flávio Bolsonaro, realizado em Belo Horizonte no último sábado. A foto, que inclui o logotipo do g1, é uma manipulação e, portanto, é classificada como #FAKE.

O conteúdo tem sido amplamente compartilhado em plataformas como X, Threads, Facebook, Instagram e TikTok, acompanhada de comentários como “Que tristeza. Quanto ódio” e “Isso é totalmente absurdo”. O ato de apoio a Flávio Bolsonaro ocorre em um contexto onde há uma narrativa crescente entre opositores, que tentam associar figuras políticas de direita a tentativas de deslegitimar figuras religiosas, como Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

Entretanto, investigações sobre a origem da imagem revelaram que o g1 nunca publicou tal foto em seus canais. Além disso, análises realizadas por ferramentas de detecção de conteúdo gerado por inteligência artificial confirmaram que a imagem foi criada artificialmente. O sistema SynthID, por exemplo, detectou a presença de uma marca d’água que indica que a foto foi gerada por IA, enquanto o Sightengine indicou uma probabilidade de 96% de que se trata de uma criação artificial.

Essas descobertas ressaltam a importância de verificar a autenticidade de informações antes de compartilhá-las, especialmente em um ambiente digital repleto de desinformação. A criação e disseminação de conteúdos falsos não apenas distorcem a realidade, mas também alimentam divisões e polarizações na sociedade. É fundamental que o público permaneça atento e crítico ao consumir informações nas redes sociais.

Crédito da imagem: Reprodução